Key Cards – O núcleo de um deck

por Rafael “Lionheart” N. S.

Bom pessoal, hoje vou tratar de um tema que creio ser conhecido por muitos, mas conheço bastante gente que não faz ideia do que se trata: As Key Cards do Magic, cartas chaves por assim dizer.

Para quem acompanha e/ou participa de torneio percebe que sempre são os mesmos decks (com leves alterações entre eles) que chegam ao top oito.

Esse fato, para quem o desconhece se dá ao fato das cartas chaves da coleção.

Mestre

A Wizards (of the coast), ao lançar um bloco, normalmente cria algumas poucas cartas, que são visivelmente bem mais poderosas que as demais. Elas são nossas chaves para montar o deck.

E para concluir, nosso “General” não vem sozinho. O bloco costuma vir com algumas cartas, de poder considerável, que sozinhas não chamam muita atenção, mas, porém, contudo, todavia, servem de apoio para o astro do deck. Seja o fortalecendo, ou dando suporte para entrar, ou até entrar.

Bizarro

Apesar de no Magic, termos possibilidades infinitas de decks (e decks bons, diga-se de passagem), por coleção, são muito poucos os decks realmente competitivos.

Mas por que isso meu santo Heliode..?

Pense que num formato competitivo (um nacional, por exemplo), não queremos apenas um deck dominando o formando, porém também não seria bom mais de vinte decks diferentes correndo solto. Isso desvaloriza o jogador, que vai ter mais dor de cabeça com “bad matchs” do que por competência do jogador envolvido no duelo.

Sendo assim, foram criadas as Key Cards, que ao serem vistas, praticamente chamam a atenção para que o deck seja montado com base nela.

Daxos

E creio, que por mais que uma carta, seja boa, esteja na cara que ela seja uma Key Card, por que não a vemos nas listas de torneios.

A resposta é simples: pois ela é uma Base de outro formato.

Se você joga o Standard (T2), muitas vezes você vê uma carta boa para seu estilo, mas acha que ela não tem espaço no seu deck. Isso por que talvez ela seja uma chave para um Commander, Modern ou até mesmo Pauper.

Por enquanto é isso, e bom jogo a todos.

Livro: O Herói Perdido

Por Davi Paiva

 

“Sete meio-sangues responderão ao chamado,

Em tempestade ou fogo, o mundo terá acabado.

Um juramento a manter com um alento final,

E inimigos com armas às Portas da Morte afinal.”

 

Esta é a primeira profecia da nova Oráculo no final do livro O Último Olimpiano, da série Percy Jackson e Os Olimpianos. Na obra, Percy até fica preocupado quando o seu mestre diz que a profecia que fala dele levou mais de 70 anos para acontecer. Daí ele pode ficar tranquilo que esta nova pode demorar muito mais. E com esta linha de pensamento a saga acaba. Você fecha o seu livro, o guarda em sua estante e vai viver a sua vida tal qual eu fiz quando li a saga assinada por Rick Riordan.

Até que um dia você sai com uma amiga como eu fiz e aguardando um pedido no Habib’s, lê o catálogo de lançamentos oferecido por uma livraria quando encontra os dados de uma nova obra chamada O Herói Perdido e encontra a seguinte mensagem:

“A continuação de Percy Jackson e Os Olimpianos (…)”

E aí você fica surpreso, fala com a sua amiga a respeito da saga Percy Jackson, manda SMS para dois amigos e alguns dias depois, vai correndo comprar o livro…

O Herói Perdido (2011, Intrínseca)

O Herói Perdido (2011, Intrínseca)

O Herói Perdido foi escrito em 2010 e lançado no Brasil um ano depois e é o primeiro livro da nova fase Heróis do Olimpo, que por sua vez é a continuação da saga de Percy Jackson e Os Olimpianos. A história se passa exatamente 1 ano após os incidentes narrados em O Último Olimpiano e já começa com novos personagens: Jason, um garoto estudante de uma escola comum está indo para uma excursão em um ônibus acompanhado de sua namorada Piper e do seu melhor amigo Leo. Só tem um problema: ele não se lembra quem é, por que está de mãos dadas com uma garota enquanto ambos dormiam no fundo do ônibus nem por que um garoto o trata de modo tão amigável.

Mais para frente os detalhes são revelados e muitas coisas surpreendem o leitor: saber quem são os pais dos três, seus poderes e o ponto mais alto é saber do novo acampamento do qual veio o personagem principal: o Acampamento Júpiter.

Minha opinião: Rick Riordan podia ter esperado uns anos para publicar este livro. Seria algo gostoso vivermos nossas vidas e alguns anos depois, olhar Percy e seus amigos com olhos saudosistas. Não sei se ele produziu o livro por pressão editorial ou por vontade pessoal, mas o que posso dizer é que ele inovou contando a história por diferentes pontos de vista. Alguns capítulos são narrados por Jason, outros por Piper e um restante por Leo. E claro que um fã depois de um tempo fica ansioso lendo a obra esperando que o seu personagem preferido volte a narrá-la para os fatos girarem ao seu redor. Contudo tal forma de escrevê-la não a torna ruim. Um outro ponto que considero muito interessante é o entrelaçar da realidade americana (no livro ocorrem ações na casa do escritor americano Jack London) e com os livros anteriores (como o dragão Festus, presente em Arquivos Secretos do Semideus).

O autor, Richard Russell ''Rick'' Riordan, Jr.

O autor, Richard Russell ”Rick” Riordan, Jr.

Indicado para: quem gostou de Percy Jackson e Os Olimpianos, goste de mitologia grega e romana, além de literatura infanto-juvenil.

Obrigado a todos(as).