Pré release de O Labirinto do Dragão

por Rafael Lionheart

No pré-lançamento de Labirinto do Dragão, que será realizado nos dias 27 e 28 de abril de 2013, cada jogador pode escolher entre uma das dez guildas para jogar nesse torneio.

As guildas de Ravnica são: Azorius, Orzhov, Dimir, Izzet, Rakdos, Golgari, Gruul, Boros, Selesnya e Simic.

Como membros das guildas escolhidas, os jogadores correrão para completar o Labirinto Implícito exclusivamente no pré-lançamento de Labirinto do Dragão.

Diferente das primeiras duas expansões do bloco Retorno a Ravnica, o selado de Labirinto do Dragão cada jogador receberá:

4 boosters de Labirinto do Dragão

1 booster de guilda de Retorno a Ravnica

1 booster de guilda de Portões Violados

E também a promocional, Fim do Labirinto, que também diferente dos outros blocos, não poderá ser usada durante o torneio.

Cada jogador recebe um bottom com o símbolo de guilda para dizer a qual pertence. Cada vez que um jogador vence uma partida durante o torneio, a guilda dele progride pelo Labirinto Implícito.

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Card promo deste pré release

Todos os membros da primeira guilda a completar o Labirinto Implícito receberão um cartão de código de conquista “Campeão do Labirinto”, que pode ser trocado em PlaneswalkerPoints.com por uma insígnia e uma conquista. Além disso, os membros das outras guildas a completarem o Labirinto Implícito após a primeira receberão os cartões de código de conquista “Corredor do Labirinto”, que pode ser trocado em PlaneswalkerPoints.com enquanto durarem os estoques.

Quando o Labirinto for completado, cada participante do Labirinto Implícito receberá um card promocional metalizado de Planície com ilustração alternativa (enquanto durarem os estoques).

Deem uma olhada em GuildsOfRavnica.com se quiser mais informações sobre as guildas de Ravnica.

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Livro: O Caçador de Andróides

Por Davi Paiva

Oi, pessoal. Tudo bem? Espero que sim.
Hoje eu vou falar da obra de Philip K. Dick, escritor americano que muitos conhecem pelas adaptações de suas obras para o cinema, como Minority Report, O Vingador do Futuro (duas vezes em 1990 e 2012), O Homem Duplo e esta em particular, O Caçador de Andróides.

Philip Kindred Dick (1928 -1982)

Philip Kindred Dick (1928 -1982)

Este livro cujo título original é “Do Androids Dream of Electric Sheep?” foi escrito em 1968 e conta a história da Terra em 2021, onde depois da última guerra mundial o planeta está caótico e hoje em dia as grandes corporações vendem produtos que simulem vida, como animais robóticos ou até mesmo… pessoas.

O problema é que quando tais pessoas se rebelam por algum “defeito”, os caçadores de recompensa aparecem. Rick Deckard é um deles. Às vezes suas missões são arriscadas, pois ele tem que ter certeza que não matou um ser humano em meio a sua jornada, refletirá sobre muitas coisas. Faz muito tempo que li este livro, mas uma das minhas passagens preferidas tem até a página circulada e diz o seguinte:

“Era evidente que a empatia só existia na comunidade humana, enquanto um certo grau de inteligência podia ser encontrado em todos os filos e ordens, inclusive nos aracnídeos. Pelo menos a faculdade empática devia exigir um instinto de de grupo inalterado: para um organismo solitário como uma aranha, não teria utilidade; na verdade, tenderia a abortar a capacidade de sobrevivência da aranha. Ela se tornaria consciente do desejo de viver sentido pela sua presa. E assom como todos os predadores, até mesmo os mamíferos mais desenvolvidos como os felinos, passariam fome”

Legal, não é mesmo? Não é a toa que segundo informações, Dick foi o primeiro escritor de ficção a inserir (excelentes) dissertações em sua obra.

Meu exemplar de O Caçador de Andóides (ed. Rocco)

Meu exemplar de O Caçador de Andóides (ed. Rocco)

E como havia mencionado antes, este livro foi adaptado pro cinema em 1982 por “Sir” Ridley Scott, que já dirigiu grandes obras como Alien e Gladiador. Um filme que também gosto muito e indico.

Filme Blade Runner (1982), de Ridley Scott

Filme Blade Runner (1982), de Ridley Scott

Livro indicado para: quem gosta de ficção científica das “hards”, bem como opiniões e dissertações sobre como pode ser o futuro.

Filme indicado para: quem não se importar com efeitos especiais antigos e ainda assim saber apreciar o gênero noir. Lembrando da regra de ouro: um filme nunca pode ser comparado ao livro (risos).

Boa leitura, pessoal!

The Walking Dead – Avaliação Crítica

Por Davi Paiva

 

ATENÇÃO: SPOILERS!

Olá, pessoal. Tudo bem? Espero que sim.

Sei que quem cuida mais desta parte de seriados é o Fernando Loiola, só que como ele anda ocupado e eu fiquei aguado de comentar sobre o final do seriado, tive que pegar emprestado o cargo dele. Mas prometo que devolvo (risos).

Como todos sabem, a poucos dias terminou a terceira temporada do seriado The Walking Dead. E sem mais delongas, aqui vai a minha opinião (nota: nada contra mas em minha vida de estudante/estagiário/escritor/membro de uma família, não arrumo tempo e nem tenho interesse no momento em ler os livros ou a HQ. Nada contra quem o faça, só que gosto de atuação dos atores, trilha sonora e outras coisas que as outras mídias não oferecem. Se não gostam e/ou não respeitam a minha opinião, podem parar por aqui. Ok?):

Roteiro: esta temporada foi marcada pelo grande índice de pessoas mortas que foi muito maior que o de zumbis. Isto já era algo previsto pelo episódio na segunda temporada em que Rick e seus amigos mataram a sangue frio um outro grupo em um bar. O Mundo de TWD é assim mesmo: ou você mata e morre ou morre e mata, como disse o Governador.

Outra coisa que chamou a atenção na terceira temporada foi que eles não terminaram fugindo de lugar nenhum. Na primeira tiveram que fugir do CDC. Na segunda saíram da fazenda. Vê-los com um lugar fixo mais pareceu fim de seriado (calma, galera! Ainda não acabou!!!).

Atuações e personagens: cá entre nós, a Michonne roubou toda a cena do seriado. A atriz que a interpreta (Dani Gurira) fez um trabalho muito bom com uma expressão típica do que é um mundo de um apocalipse zumbi: um lugar onde você tem que ser sério, não ser simpático com todo mundo e agir sempre com dureza e frieza. Outro também que foi muito bom foi o Darryl (Norman Reedus) que pra quem assistiu com áudio original, notou que ele faz uma atuação boa de uma voz meio rouca sem parecer que sofreu câncer na garganta como o Christian “Batman” Bale. Pra não falar da cena épica dele com o Merle, que fez muita gente ficar em choque.

E é claro que não podemos falar de personagens de destaque sem falar do Governador (David Morrisey). O ator era bom e o visual dele era maneiro. Só que os roteiristas pecaram em duas coisas: primeiro na cena clássica que rendeu muita piada na internet…

Como assim, governador? Como assim???

Como assim, governador? Como assim???

… e depois foi que o tornaram um vilão muito apelão! Ele enfrenta a Michonne e só perde um olho. Depois o Merle arma uma armadilha perfeita para matá-lo e só não deu certo porque um sujeito entrou na frente do tiro de um rifle de longo alcance e a bala não pega nele (episódio 15, 3ª temporada). E no final o que o cara faz depois de ser obrigado a bater em tirada? Foge! Será que era um vilão tão indestrutível que os roteiristas viram que ele não ia ser morto por ninguém e tiveram que dar um jeito dele sair?

Trilha sonora: tudo bem que TWD não é o seriado Supernatural em termos de trilha sonora. Porém temos que reconhecer que quando toca uma música, não sai de um todo ruim. Seja na cena em que a Beth canta Hold On do Tom Waits (que pra mim, ficou tão boa quanto a original) ou cena troll do Merle (da qual eu ri muito).

Cenas de ação: simplesmente fodásticas! Merle VS Michonne, Michonne VS Governador, as cenas de lutas no presídio e tiroteio pra tudo quanto é lado. Animal!

Cenário: os locais ficaram mais reduzidos. Quando não era no presídio, era em Woodburry. Até aí tudo bem. A segunda temporada foi quase toda na fazenda. Só que aqui eu aproveito para falar de outra falha no roteiro: eles entraram no presídio, mataram zumbis, depois tiveram que matar mais zumbis quando um dos presos resolveu dar um golpe e retomar o lugar, em seguida o Rick matou outros zumbis… e quando o Governador invadiu o lugar eles ainda tinham zumbis pra armadilha? Sem contar que no final da temporada algumas pessoas de Woodburry se mudaram pra lá. Como assim???

 

Outra coisa que eu gostaria de acrescentar é que TWD tem sido uma série que acompanho com prazer e fins críticos (diferente de Supernatural depois da quinta temporada ou House que depois de um certo tempo), pois ajuda a refletir um pouco sobre as atitudes humanas: o Governador estava certo em querer que as pessoas não tivessem medo de zumbis ou em proteger a sua cidade matando os outros e tomando suas armas? O Rick realmente tem sido um líder sensato? Ter um filho mesmo em um cenário como este cada vez pior (tanto o mundo do seriado quanto o nosso, a meu ver) não é algo muito arriscado? É muito bom quando algo que apreciamos serve também pra pensar um pouco.

 

Chega logo, mês de outubro!!!

Chega logo, mês de outubro!!!

Espero que tenham gostado.

Abraços.